25.07.2009 Pori, Finland, Kirjurinluoto, Sonisphere Festival
28.07.2009 Hallenstadion Zurich, Switzerland
01.08.2009 Knebworth, England, Sonisphere Festival
07.08.2009 Japan, Summer Sonic Festival
08.08.2009 Japan, Summer Sonic Festival
09.08.2009 Japan, Summer Sonic Festival

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Lançado em: 22.12.2005
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Curiosidades – Minutes To Midnight

(Revista Kerrang) Linkin Park fala sobre cada música que está no álbum.

WAKE
Mike: Esta é uma introdução do álbum – você pode ouvir uma agulha caindo e isso faz com que você saiba o que está por vir.
 


GIVEN UP
Brad: Nós tinhamos feito uma música realmente ruim chamada “Fire in the City” – o refrão, na verdade, tinha as palavras Fire In The City nela! Mike foi a única pessoa que gostou. Ao invés de descartarmos a música, nós aproveitamos a parte boa.

Mike: Eu me sentia como se Brad roubasse meu carro e tirasse meu rádio!

Brad: Eu peguei o som do baixo e da bateria e fiz alguns sons legais junto, o que eventualmente tornou-se essa música. Chester berra: “What the f**k is wrong with me? Put me out of my f**king misery!” (Que po… está errado comigo? Tire-me da merda da minha miséria!) explicando então exatamente sobre o que a música se trata, está bem claro que ele não está feliz.
 


LEAVE OUT ALL THE REST
Chester: Nós soubemos que iria ser o primeiro single desde o começo, então nós trabalhamos realmente duro no sentido de fazer com que a música tivesse uma bela letra. Eu estou cantando “Pretending someone else can save me from myself”(fingindo que outra pessoa pode me salvar de mim) porque isso é como se fosse uma carta de desculpas, como se eu estivesse mudando e querendo que as pessoas lembrassem das coisas boas e não das ruins. Muito dessa canção é sobre humilhação.
 


BLEED IT OUT
Mike: Eu escrevi letras sobre isso umas 100 vezes. É sempre frustrante, como um escritor vir com uma nova versão que você gastou horas e ter a banda dizendo a você que você ainda não chegou lá. Em um dos casos, eles ouviram as minhas letras por 30 segundos e me disseram para começar novamente. Isso era muito difícil. Parecia que eu estava trazendo as letras, sendo socado no rosto e então voltava para a prancheta para escrever mais. Quando finalmente conseguimos chegar num consenso, eu disse à banda: “Eu não acho que ninguém exceto nós poderia fazer uma música como essa!” É um som muito foda.
 


SHADOW OF THE DAY
Brad: Este provavelmente era o arranjo mais difícil para pregar. Soou muito ‘derivado’ no princípio, mas nós continuamos substituindo elementos diferentes nela. Nós pusemos um guitarra acústica, então um banjo elétrico e então uma marimba. Definitivamente é um das melhores canções que nós escrevemos.
 


WHAT I’VE DONE
Mike: Nos outros álbuns, Brad e eu começamos todas as músicas juntos. Mas essa foi a única música que nós escrevemos juntos e a última que terminamos. Nós queriamos uma música que abrangesse todo o sentimento de todo o álbum e eu creio que isso está na música. Você sempre conseguirá algo novo cada vez que ouvir a música.
 


HANDS HELD HIGH
Mike: Rick nos disse que, se algo parecesse que precisava ter rap, então deveríamos tentar cantar e vice-e-versa. É por isso que há rap nessa faixa.

Brad: Muitos dos grandes acidentes acontecem quando nós combinamos elementos que não deveriam ser trabalhados juntos.
 


NO MORE SORROW
Rob: Esta é provavelmente a canção mais pesada do álbum. Era inicialmente chamada de “EBow idea”, Rick disse a Brad que ele deveria usar um EBow (efeito na guitarra) numa música diferente. Quando nós viemos trabalhar na música, ele veio frustrado e chegou com a introdução dessa música.

Chester: Eu acho que esse disco você deveria escutar com um fone de ouvido, porque você ouvirá diferentes coisas, essa é uma música que mostra os extremos desse álbum.
 


VALENTINE’S DAY
Chester: Essa é definitivamente uma das músicas mais populares do álbum. Tivemos que ser muito cuidadosos algumas vezes para que nós não perdêssemos nossa integridade do que estávamos fazendo – nós somos uma banda muito dark e gostamos disso. Nós falamos sobre coisas desconfortáveis e tentamos fazer você se sentir confortável com essas coisas. Nós tentamos fazer isso nessa música bem popular e eu realmente gosto do aspecto do álbum.
 


IN BETWEEN
Chester: Eu sabia que o Mike realmente deveria cantar nessa música. Eu tentei uma vez, fiz um bom trabalho, mas não teve tanto poder quanto com a voz do Mike, porque ele realmente acredita no que está cantando. O que quer que ele esteja se desculpando nesta música, ele fala sério! Vem do mais sincero lugar.
 


IN PIECES
Chester: Eu me divorciei recentemente e isso foi bastante difícil. Eu também voltei a casar, houve um grande contraste na minha vida. Por um momento, eu não consegui ser completamente feliz com a nova vida que eu estava começando e eu não consegui acabar a última. Esta música é sobre isso tudo. A música tem quase um tipo de reggae nela. É realmente impressionante ver como essa canção vai através do pop e emerge como uma canção cheia de rock no final.
 


THE LITTLE THINGS YOU GIVE AWAY
Brad: Essa é nossa música favorita desse álbum. É a melhor que nós fizemos. Nada que viesse depois poderia supera-la. E o que faz isso tudo é o solo de guitarra.

Mike: Brad sempre evita solos de guitarra porque ele não gosta de se exibir. Mas quando ele tocou aquele solo, foi um dos momentos mais emocionantes que nós gravamos. É como se a letra da música falasse sem precisar de palavras.